Google tradukilo havas Esperanton

Devido ao trabalho de diversos voluntários esperantistas o Google colocou em suas listas a possibilidade de traduzir do Esperanto para outras línguas.

Ĝuste al la laboro de pluraj esperantistoj Google enmetis en siaj listoj la eblecon por traduki el Esperanto ĝis aliaj lingvoj.

 

Quem imaginava que seria assim tão rápido?!!!

Kiu imagus ke estus tiel tre rapida?

Google tradukilo

Abraços

Brakumojn

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TV SUPREN – ESPERANTO 1

Excelente entrevista! Comenta sobre a paixão idealista dos brasileiros em um país continental que possui apenas uma língua oficial e a real necessidade da Europa em adotar o Esperanto. Comenta sobre a proposta de lei de Cristovam Buarque, discute sobre cursos gratuitos na internet. Utilização do Pasporta Servo. Confiram!!

Parte 1

Parte 2

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Kromia Vortaro

Para os cidadão esperantistas que usam o navegador Chrome, há uma extensão muito nteressante: Kromia Vortaro: (https://chrome.google.com/webstore/detail/bpnpfeemaaocoidcjblhccieoipahekl ).

Estas tre facila uzi ĝin: Nur surklaki butonon en la ekrano de la komputilo kaj skribi la vorton kiun vi volas.

Kromia vortaroUtilizando kromia Vortaro

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Esperanto: Concorrência Zero

Esses dias, na net, encontrei esse artigo que reproduzo totalmente:

 

Artigo publicado na revista Peregrino, Ribeirão Preto – SP, Ano VI, No 1, Maio/2005, p. 10

ESPERANTO: CONCORRÊNCIA ZERO

 

José Carlos Cintra

(cintrajc@sc.usp.br)

            Recentemente, durante a aula inaugural de um curso de Esperanto no Centro Cultural da USP, em São Carlos, indaguei aos alunos qual seria o maior concorrente do Esperanto. Todos responderam que é a língua inglesa. Em seguida perguntei pelo segundo maior concorrente, e a maioria respondeu o espanhol. Perguntado sobre o terceiro, muitos disseram ser o francês.

E aí causei uma grande surpresa ao contestá-los, dizendo que o Esperanto tem concorrência zero, entre as principais línguas do mundo. E por que o Esperanto não tem concorrente algum entre tais línguas?

Desde a sua criação, o Esperanto foi concebido para funcionar como segunda língua de todos povos. Ao ainda menino Zamenhof, que vivia numa região onde se falavam vários idiomas, muito incomodava a ocorrência de desavenças decorrentes do desconhecimento da língua do “vizinho”. E assim, quando aquele jovenzinho começava a imaginar um idioma neutro, para viabilizar a comunicação entre povos com línguas maternas diferentes, já estava presente o ideal da compreensão mútua entre os homens. Ao Esperanto é inerente o conceito de convivência pacífica, de fraternidade, de amizade verdadeira. Alguma outra língua tem característica similar? Não, nenhum concorrente.

Posso testemunhar com vários exemplos sobre essa marca registrada do Esperanto. Quando fui realizar um estágio de um ano, em Nantes, na França, o grupo esperantista local acolheu-me de uma forma extraordinária. Alguém foi a Paris me recepcionar no aeroporto, hospedaram-me enquanto procurava uma moradia (minha família chegaria um mês depois), e até me emprestaram quase toda a mobília necessária para o apartamento alugado.  Mas, sobretudo, me foi de muita valia o fato de me oferecerem prontamente a sua amizade. Recém-chegado a um país estrangeiro, pela primeira vez, já contava com muitos amigos, o que se traduzia em diversos convites para visita, almoço ou jantar, passeios na região, etc. O que eu havia feito para merecer tudo isso? Nada. Apenas me apresentara como esperantista.

Em Guadalajara, no México, o meu hospedeiro esperantista, contatado previamente, foi me buscar no aeroporto. Ao chegar em sua casa, reparei que todos estavam muito bem vestidos. Logo me disseram que estavam de saída para a festa de casamento de alguém muito importante. E me convidaram para ir também. Imaginando que, caso aceitasse, iria atrasá-los, pela necessidade de um banho, trocar de roupa e até passar a roupa, amassada que deveria estar na mala, aleguei cansaço da viagem e declinei do convite. Então eles se foram todos, mas antes me mostraram o quarto, o banheiro e a cozinha, indicando-me a geladeira e colocando-me à vontade para me servir do que quisesse. Muitas horas depois, de madrugada, estava dormindo, quando ouvi barulho e deduzi que estavam chegando de volta. Já imaginaram tamanha confiança? Receber em casa um estrangeiro que acabara de conhecer, entregar-lhe a chave e deixá-lo sozinho por várias horas? O detalhe diferencial é que esse estrangeiro fala o Esperanto. Só isso.

Na Alemanha, um casal de esperantistas aceitou me hospedar. Eles já moravam juntos há algum tempo, sem se casar. Mas estavam planejando um jantar, num restaurante, para convidar os amigos e comemorar a união. Quando chegou meu pedido de hospedagem, eles responderam afirmativamente, mas também me convidaram para fazer uma pequena palestra, durante esse jantar. Obviamente em Esperanto. Com um pequeno detalhe: a data do jantar seria alterada para que coincidisse com minha estada entre eles. Fantástico, não? Isso só ocorre com grandes amigos. E, pelo fato de sermos esperantistas, já éramos grandes amigos, mesmo antes de nos conhecermos.

Outra característica marcante do Esperanto é que se trata do idioma mais democrático do mundo. Com o Esperanto, não há privilégios. Todos o tem como segunda língua. No meio esperantista internacional, ninguém usa a sua língua materna, exceto os casos interessantes de crianças que aprendem o Esperanto desde o “berço”. É a mais pura democracia, no campo da comunicação lingüística. Ninguém tem a vantagem de usar sua língua materna na conversação com estrangeiros. Por esse aspecto também o Esperanto não tem concorrente entre as línguas mais faladas.

Finalmente, o uso do Esperanto em países estrangeiros nos dá uma incomparável sensação de igualdade. Nós não nos sentimos estrangeiros ao nos comunicar em Esperanto, fora do nosso país. Mas, sobretudo, nós não somos recebidos e tratados como estrangeiros. Por quê? Apenas porque somos esperantistas. Alguma outra língua pode nos proporcionar uma sensação dessa? De modo algum.

Essa igualdade no plano pessoal e individual pode ser estendida para as relações entre nações. Por seu neutro, o Esperanto não provoca nenhuma espécie de supremacia cultural de determinado povo. Ao contrário, valoriza as culturas nacionais e contribui para a não-extinção de idiomas nacionais ou locais. Enquanto cada povo criou sua língua (e deve conservá-la), o Esperanto é o idioma que criou o seu povo.

Por tudo isso, pode-se afirmar, sem nenhuma dúvida, que o Esperanto tem concorrência zero. Aprender e divulgar o Esperanto é trabalhar pela paz.

 

José Carlos Cintra é Professor Titular do Departamento de Geotecnia da Escola de Engenharia de São Carlos, da Universidade de São Paulo. Esperantista, ministra curso de Esperanto no Centro Cultural da USP de São Carlos.

 

 

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Kanalo: laparoladidio ĉe “you tube”

Ĉe “You Tube” oni povas trovi kanalon pri Esperanto. Nun mi montras al vi LAPAROLADIDIO.

Post la naskiĝo de Jesuo en Betleĥem de Judeo,
kiam estis reĝo Herodo,
alvenis el Oriento al Jerusalemo saĝuloj. Kaj ili demandis:
„Kie troviĝas tiu Infano, ĵus naskiĝinta, la reĝo de la Judoj?
En Oriento ni vidis lian stelon, kiu aperis sur la ĉielo,
kaj ni venis adorkliniĝi al Li.”
Ĉi tiuj vortoj maltrankviligis ĉiujn loĝantojn de Jerusalemo,
kaj precipe reĝon Herodo.
Li tuj kunvokis ĉiujn ĉefpastrojn kaj instruistojn pri la Leĝo,
kaj demandis: „Kie devas naskiĝi la Mesio?”
Ili respondis: „En Betleĥem de Judeo, ĉar tiel skribis la profeto:
,Betleĥem, en la lando de Jehuda,
vi tute ne estas la plej malgrava inter la urboj de Jehuda,
ĉar el vi venos reganto, kiu paŝtos mian popolon, Izraelon.'”
Tiam Herodo sekrete alvokis la Saĝulojn
kaj precize informiĝis pri la tempo, kiam aperis la stelo.
Poste li sendis ilin al Betleĥem, dirante:
„Iru, kaj elserĉu zorge la Infanon.
Kiam vi trovos Lin, sciigu min, tiel ankaŭ mi iros Lin adori.”
Ricevinte la instrukcion de la reĝo, ili foriris.
Tiam la stelo, kiun ili vidis en Oriento,
reaperis kaj gvidis ilin ĝis ĝi haltis super loko, kie estis la Infano.
Ekvidante la stelon ili treege ĝojiĝis.
Kiam ili eniris en la domon, ili trovis la Infanon
kun lia patrino Maria; kaj kliniĝante adoris Lin.
Poste ili malfermis siajn pakaĵojn kaj prezentis al Li donacojn:
oron, incenson kaj mirhon.
En sonĝo Dio avertis ilin, ke ili ne reiru al Herodo.
Pro tio per alia vojo ili foriris al sia lando.

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Esperanto e Sotaque

Sotaque:

The Whispering Palms: Learn Esperanto with subtitles – Story for Children “BookBox.com” – YouTube.

Um dos deveres do Esperantista é a pronúncia sem sotaque! Acontece que pode ser difícil pronunciar algumas palavras sem deixar de lado o sotaque. Nesse vídeo por exemplo (diga-se: um belo trabalho) há a presença do sotaque. a letra R em esperanto deve ser pronunciada como o r existente na palavra Espe”r“anto e não como o som forte de Carro ou Rua. esse som forte é dado a letra “H” e/ou “Ĥ”.

Na região onde nasci existe essa discordância entre o que lemos e o que falamos. Um exemplo clássico é a palavra LEITE (pronúncia em Esperanto-LEJTE), a pronúncia é essa: LEITCHI (pronúncia em Esperanto – LEJĈI).

O Esperanto possui para cada letra um único som. Facilitando a leitura de qualquer texto: Para oralizar uma palavra nova não é necessário saber de antemão sua pronúncia.

Um belo vídeo com subtesto em Esperanto!

Spektu la belan filmeton, ĝi havas Esperantan subtekston!

Um dos deveres do Esperantista é a pronúncia sem sotaque! Acontece que pode ser difícil pronunciar algumas palavras sem deixar de lado o sotaque. Nesse vídeo por exemplo (diga-se: um belo trabalho) há a presença do sotaque. a letra R em esperanto deve ser pronunciada como o r existente na palavra Espe”r“anto e não como o som forte de Carro ou Rua. esse som forte é dado a letra “H” e/ou “Ĥ”.

Na região onde nasci existe essa discordância entre o que lemos e o que falamos. Um exemplo clássico é a palavra LEITE (pronúncia em Esperanto-LEJTE), a pronúncia é essa: LEITCHI (pronúncia em Esperanto – LEJĈI).

O Esperanto possui para cada letra um único som. Facilitando a leitura de qualquer texto: Para oralizar uma palavra nova não é necessário saber de antemão sua pronúncia.

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Malache

Queridos amigos Esperantistas

Repasso a mensagem que rtecebi do senhor Wilson Oliveira:

Já está disponível o conjunto de joguinhos didáticos em esperanto
Malache. Para baixar a versão do Windows, entre em:

http://sourceforge.net/projects/malache/

 

Clique no botão verde. Aguarde.

Se no Internet Explorer aparecer uma barra amarela: clique nela e dê permissão.

Depois de baixado, execute malache-0.5-instalilo.exe. Será criado um
atalho na lista de programas e opcionalmente um na Área de Trabalho.

Na versão atual há dois joguinhos: Memorludo e Klakserio.

Memorludo:
Clique no botão azul e tente encontrar o som correspondente nos botões amarelos

Klakserio:
Veja a execução da série de botões e tente repeti-la clicando.

Para Linux:
Entre em:
http://sourceforge.net/projects/malache/files/
Na pasta “aliaj dosieroj”, baixe e coloque os arquivos: “malache.pyw”
e “sonokbildo.zipo” no mesmo local.
Use a versão 2.7 ou 2.6 do Python (nos distros normalmente há duas
versãos: uma 2.x e outra 3.x)

Outros sistemas operacionais:
Como no Linux, só que é necessário instalar pyudio:
http://people.csail.mit.edu/hubert/pyaudio/#binaries
Se não houver houver Python, instale também

Veja também as versões “online” em:
http://scratch.mit.edu/galleries/view/97385
É necessário Java ou Flash (somente disponível para associados do Scratch)

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